Economia americana cresce 3,8 por cento
No americano New York Times
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Talvez seja o modo como ele segura uma espada — ou a maneira como age com as mulheres — mas Zorro nunca foi enfadonho para o cinema ou a televisão. Enquanto "A Lenda do Zorro," com Antonio Banderas no papel principal, estréia nos cinemas de todo o país nesta quinta-feira, é difícil acreditar que o mascarado valentão da marca do Z capturou manteve cativos entusiastas do super-herói durante 86 anos. Como comprovam os 94,1 milhões de dólares em vendas de ingressos nos Estados Unidos para "A Máscara do Zorro", em 1998, e o burburinho em volta da sua continuação — Zorro ainda consegue fincar um lugar nos corações das pessoas.
A presidência de George Bush bateu embaixo nesta quinta-feira quando a pessoa nomeada para a Suprema Corte, Harriet Miers, foi forçada a desistir da candidatura por causa da resistência esmagadora dentro do próprio partido de Bush. A rejeição embaraçosa da ex-advogada pessoal do presidente e conselheira da Casa Branca, apesar do seu apoio entusiástico, ajudou a fazer desta semana provavelmente a pior dos seus cinco anos no poder.
George Best, uma lenda do futebol, teve sua condição de saúde deteriorada e agora está lutando por sua vida. Ex-Manchester United e estrela da Irlanda do Norte, está seriamente doente mas estável, segundo seu consultor, professor Roger Williams. Best está sofrendo de uma infecção no pulmão e tem uma hemorragia interna. Aos 59 anos, já passou três semanas no Hospital Cromwell em Londres e fez um transplante de fígado em 2002 depois de problemas com álcool famosos.
Já faz cinco anos desde que um grupo de três atores desconhecidos foi lançado como os jovens bruxos Harry, Ron e Hermione. Apesar do último filme apresentar atores estelares, como Ralph Fiennes, Michael Gambon, Alan Rickman e Dame Maggie Smith, é o elenco jovem que foi à luta na divulgação do filme.
Rosa Parks, a costureira negra cuja recusa para cede seu assento a um homem branco em um ônibus da cidade de Montgomery, Alabama, há quase 50 anos tornou-se um evento mítico que ajudou a desencadear o movimento de direitos civil dos anos 1950 e os anos 1960, morreu ontem na sua casa na Detroit. Ícone dos direitos civis no mundo, tinha 92 anos.
Um dia a família Seixas mudou-se para uma casa que ficava próxima ao consulado americano e ali Raul conheceu os garotos do consulado, que lhe emprestaram alguns discos de Elvis Presley, Little Richard, Fats Domino e Chuck Berry. Foi seu primeiro contato com o Rock and Roll. Aos poucos a escola foi ficando de lado. O bom era ficar na loja Cantinho da Música, curtindo rock and roll ou marcando ponto no Elvis Rock Club, fã-clube de Elvis Presley, fundado por Raulzito e o amigo Waldir Serrão. Corria o ano de 1962 e a necessidade de fazer rock levou Raul a fundar, ao lado dos irmãos Délcio e Thildo Gama, o grupo Os Relâmpagos do Rock. Chegaram a se apresentar na TV Itapoan, onde foram chamados de cantores de "música de cowboy". Em 1964, Os Relâmpagos do Rock, com nova formação, passam a se chamar The Panthers. Foi também o ano da profissionalização definitiva e da descoberta dos Beatles.
Em seguida o grupo passou a se chamar Raulzito e Os Panteras e passou a tocar em boates e em shows em que, muitas vezes, brilhavam astros da Jovem Guarda como Roberto Carlos, Wanderléa, Jerry Adriani e, Rosemary, entre outros. Seus maiores rivais são os grupos de samba e bossa nova, aquartelados no Teatro Vila Velha de um lado e do outro o Cinema Roma, que era o templo do rock and roll, organizado por Waldir Serrão, O Big Ben. Atendendo a um pedido de Jerry Adriani, Raul, Edith e Os Panteras partiram para o Rio, realizando um velho sonho. Conseguiram gravar, para a Odeon, o LP Raulzito e Os Panteras. Lançado em 1968, o disco foi ignorado tanto pela crítica quanto pelo público. Em 1970, conheceu, em Salvador,
Evandro Ribeiro, diretor da CBS, hoje Sony Music, que o convidou para trabalhar como produtor de discos. Mas, inquieto, Raul aproveita-se da viagem do presidente da gravadora e grava o LP Sociedade da Grã-Ordem Kavernista – apresenta – Sessão das 10, com participações do próprio Raul, com Sérgio Sampaio, Miriam Batucada, Edy Star. O presidente da empresa volta e demite Raulzito. A partir daí vem o sucesso de "Let me Sing, Let me Sing", "Ouro de Tolo" e muitos mais.